SAÚDE

Tratamento feito em consultório melhora em 85% e alcança a cura completa em 30% dos casos

Tontura não é doença, e sim, um sintoma ou um sinal de alerta de que algo não está bem no organismo. Ela é causada pela alteração vestibular  (labirinto) ou  por problemas clínicos, mas tem cura com exercícios físicos repetitivos realizados em consultório em apenas 2 meses de tratamento



Tratamento feito em consultório melhora em 85% e  alcança a cura completa em 30% dos casos Depois de descobrir a causa do problema, o tratamento é associado ao trabalho fonoaudiológico de reabilitação vestibular.
Crédito: BANCO DE IMAGENS
Sentir tontura ou vertigem ao se levantar ou ao movimentar a cabeça com/sem náuseas, zumbido, dor de cabeça, enxaqueca entre outros são alguns dos sintomas da chamada alteração vestibular (alteração no labirinto – esse responsável pelo equilíbrio). A fonoaudióloga Ana Lucia Duran, da clínica Zambotti e Duran da capital paulista, explica como exercícios feitos em consultório seguindo os princípios da fonoaudiologia podem sanar o problema. 

“A tontura, normalmente, acomete paciente de diversas faixas etárias, porém com incidência maior entre os 40 e 60 anos - com uma maior demanda em mulheres. Essa alteração pode ainda ocorrer inclusive em crianças que podem apresentar dores de cabeça, baixo rendimento escolar e falta de equilíbrio”, explica.

Para ficar atento aos sintomas, a especialista lista algumas das causas:

  • Pessoas hipertensas;
  • Portadores de doenças Metabólicas (colesterol alto);
  • Anemia;
  • Problemas cervicais.
Depois de descobrir a causa do problema, o tratamento é associado ao trabalho fonoaudiológico de  reabilitação vestibular, que pode ser aplicada para qualquer faixa etária, inclusive para crianças e traz resultados em torno de 45 a 60 dias de tratamento. “A reabilitação vestibular vai restabelecer o equilíbrio através de exercícios físicos repetitivos realizados em consultório que utilizam a estimulação e aceleração dos mecanismos naturais de compensação. A ideia é induzir o paciente a realizar o mais perfeitamente possível os movimentos que realizava antes de surgir a tontura, utilizando inúmeras estruturas que fazem parte de todo o sistema de equilíbrio”, finaliza Ana Lúcia.

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