ALIMENTAÇÃO & NUTRIÇÃO

Copa do Mundo nas escolas: Chef Felipe Bronze assina menu internacional para promover educação alimentar

Pratos inspirados em países do Mundial chegam às escolas atendidas pela Sanutrin com foco em educação alimentar

Copa do Mundo nas escolas: Chef Felipe Bronze assina menu internacional para promover educação alimentar Crédito: Divulgação

A Copa do Mundo mobiliza torcidas dentro de campo, mas também abre espaço para o encontro entre culturas, inclusive à mesa. A diversidade gastronômica dos países participantes tem inspirado iniciativas em escolas, que usam o torneio como ponto de partida para ampliar o repertório alimentar dos alunos.

A Sanutrin, empresa especializada em refeições para estudantes e na promoção de hábitos alimentares saudáveis em toda a comunidade escolar,  propõe olhar para além do esporte e incorporar a culinária como ferramenta educativa. A iniciativa leva às refeições escolares pratos típicos de diferentes nações, aproximando os estudantes de novos sabores e tradições.

À frente da criação dos pratos está o chef Felipe Bronze, responsável por receitas inspiradas em países participantes da competição. “A alimentação também pode ensinar, e é isso que a gente vai viver. Brasil, Coreia, Marrocos, México, Canadá, Estados Unidos, Portugal, França, Argentina, Alemanha e Japão vão ampliar o repertório alimentar para os nossos estudantes”, afirma.

Ao todo, serão 13 pratos especiais, pensados para integrar gastronomia e educação ao ambiente escolar. “A proposta é unir culturas em um momento que já faz parte do dia a dia das escolas. Ampliar o repertório alimentar desde cedo é contribuir para a formação de adultos mais conscientes”, completa o chef.

Entre as receitas, estão releituras de clássicos adaptadas ao contexto nutricional escolar, como o Schnitzel com salada de batata. “A Alemanha é um país com uma culinária tradicionalíssima. Fizemos um clássico da culinária alemã, e eu arrisco dizer: talvez o melhor deles. Schnitzel, ou seja, frango empanado com salada de batata”, comenta.

A proposta também se apoia em critérios nutricionais e sensoriais. Segundo a nutricionista Cynthia Howlett, especializada em nutrição esportiva e coordenadora de Projetos Educacionais e Sustentáveis da Sanutrin, a aceitação dos alunos passa diretamente pelo equilíbrio entre saúde e prazer. “Quando falamos de alimentação escolar, precisamos considerar não só o valor nutricional, mas também o sabor e a experiência. É por meio de preparações atrativas que conseguimos estimular o interesse das crianças por novos alimentos e contribuir para hábitos mais saudáveis ao longo da vida”, destaca.

Para viabilizar a ação, o projeto também envolve planejamento operacional. De acordo com a diretora de novos negócios da Sanutrin, Ryung Hee Cho, a execução exige alinhamento entre equipes e unidades escolares. “Uma iniciativa como essa demanda organização, padronização de processos e capacitação das equipes para garantir qualidade e padrões nutricionais. É um trabalho integrado que transforma uma proposta cultural em uma entrega consistente no dia a dia”, conclui.

Comentários