Embora muita gente acredite que o colágeno seja uma proteína voltada somente para estética e elasticidade da pele, a verdade é que ele vai muito além. Encontrado em alimentos como carnes, ovos, queijos brancos, iogurtes, peixes e gelatinas e ainda em suplementos alimentares, não só é importante para manter as células firmes e unidas, como no caso do Tipo II é também essencial para músculos, ligamentos, tendões e para as articulações.
A partir dos 30 anos de idade, ocorre uma redução gradual na produção de colágeno, deixando os músculos mais flácidos, a densidade dos ossos é reduzida e as articulações e os ligamentos perdem elasticidade. Já aos 50 anos, a produção diminui drasticamente devido à produção diminuída do hormônio estrogênio na menopausa. Por conta disso é essencial que, além de uma alimentação saudável com bastante fontes de proteínas e exercícios físicos, a pessoa também faça a suplementação de colágeno.
A substância, porém, tem outras propriedades muito importantes. Além de ser uma proteína fibrilar que recompõe a cartilagem articular, fabricada a partir de um processo diferente do colágeno tipo I, serve também para proteger o sistema imunológico, por ser fonte de proteção contra os radicais livres - moléculas instáveis que se formam no organismo e que podem prejudicar o funcionamento adequado dos órgãos.
“Em doenças articulares autoimunes, como osteoartrite, inflamação de articulações, lesões em cartilagens e artrite reumatoide, o próprio organismo reconhece o colágeno como uma proteína estranha e produz enzimas que destroem a cartilagem, e então surgem os sintomas destas doenças. O Colágeno Tipo II tem como função ajudar o corpo a repor a substância perdida nas cartilagens, aliviando os sintomas e reduzindo a inflamação em casos de osteoartrite e reumatismo”, explica Paulo Robert, diretor de Marketing da Schraiber, empresa que há 30 anos fornece suplementos alimentares, probióticos, phytocosméticos e insumos homeopáticos.
A recomendação de uso é de, geralmente, uma cápsula de 400 mg do produto ao dia, no entanto, é importante ressaltar que a dose e o uso devem ser sempre recomendados pelo médico, de acordo com as necessidades de cada pessoa, que pode variar para cada tipo de doença e outros fatores clínicos.

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