Para o biênio de 2016 – 2017, o Instituto Nacional do Câncer (Inca) estimou aproximadamente 600 mil novos casos da doença só no país. O câncer ainda é estigmatizado no mundo, mas cada vez mais surgem campanhas para incentivar a desmistificação e a prevenção. “O apoio à prevenção deve ser uma ação social. É preciso que as pessoas tomem consciência da necessidade de evitar o sedentarismo, a ingestão de álcool e tabagismo, que são os principais fatores de risco da doença”, explica o oncologista da Oncomed-BH, Dr. Amândio Soares.
Existem duas formas de prevenção. A primária consiste em impedir que a doença se desenvolva por meio de hábitos de vida saudáveis. Já a prevenção secundária tem por objetivo detectar e tratar doenças pré-malignas ou cânceres assintomáticos. “Incentivar o autoexame e a atenção aos sinais que o corpo emite são importantes. As consultas ao médico devem estar sempre em dia. Assim, caso haja a doença, ela pode ser detectada o mais breve possível, o que significa ter maior chance de sucesso”, explica.
E foi por meio do autoexame que Ana Carolina Queiroga, administradora, paciente da Oncomed-BH e integrante do Grupo Pérolas de Minas, descobriu que tinha câncer de mama, aos 36 anos em 2011. “Senti que estava recebendo uma sentença de morte e confesso que tive medo de morrer. A fase da descoberta é muito difícil, mas a minha escolha foi lutar e resolvi encarar a doença da melhor forma possível, vencendo os desafios que me foram colocados”, conta.
Felizmente a possibilidade de cura está aumentando. De acordo com o Dr. Amândio Soares, atualmente, mais da metade dos tipos de câncer já são curáveis. Com o avanço da tecnologia estão surgindo formas de tratamento e possibilidade de diagnósticos mais precisos para o câncer.

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