O tipo ideal de colchão vai da preferência de cada um. No entanto, uma escolha errada pode comprometer a qualidade do sono além de fazer mal à coluna. Passamos praticamente um terço da vida deitados, seja dormindo ou repousando. Para a Associação Brasileira da Indústria de Colchões (Abicol), é fundamental observar às especificações e recomendações técnicas do produto antes da compra. “Busque informações sobre o produto e a empresa fabricante.
Observe se o colchão se adapta bem às curvas anatômicas do seu corpo. Para colchões de espuma, basta seguir as recomendações de densidade que estabelecem o peso limite para determinado tipo de colchão, como, por exemplo, quem pesa 70 quilos e mede 1,60m, o colchão mais indicado é o de densidade D28. Já em colchões de molejo, ainda existem outros aspectos, como grau de conforto, se firme ou macio, por exemplo, e características de molejo, como os ensacados individualmente, onde o movimento de uma pessoa não interfere no repouso da outra”, esclarece Luís Fernando Ferraz, da FA Colchões e presidente da Abicol.
É muito importante, antes de adquirir o colchão, de experimenta-lo na loja, e a melhor maneira é deitando, por isso, não se sinta envergonhado de fazer isso nas lojas, afinal, é a sua saúde que está em jogo. Para o Instituto do Sono, a qualidade do sono também está relacionada ao ambiente, portanto, prezar pelo conforto na hora de dormir é fundamental. Detalhes como a luminosidade do quarto e eventuais ruídos podem atrapalhar consideravelmente a qualidade do sono. Estudos recentes demonstraram que quem dorme menos de seis horas por noite tem o risco de morte quatro vezes maior. Se essa mesma pessoa sofre ainda de pressão alta ou diabetes, o perigo aumenta em sete vezes. Para a cognição, o aprendizado e a memória, as noites mal dormidas são tão negativas quanto o abuso de álcool e o consumo de drogas.

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