A Vitamina D é um suplemento vitamínico mineral, cuja função está relacionada à saúde óssea, responsável também por outras atividades. Ela regula o crescimento, o sistema imunológico, cardiovascular, muscular, metabolismo e insulina, mantendo as concentrações adequadas de cálcio e fósforo no organismo. Quando combinada com outros micronutrientes, a vitamina D torna-se solúvel em gordura, adquirida através dos alimentos e da luz solar.
O que acontece quando falta Vitamina D?
As principais doenças causadas pela falta de vitamina D foram avaliadas, observando que o consumo excessivo pode causar sérios problemas, como a obesidade. A partir dos estudos analisados, pode-se concluir que a biodisponibilidade da vitamina D está associada à regulação e manutenção para uma vida saudável.
“A deficiência de vitamina D afeta não apenas a saúde musculoesquelética, mas também favorece uma grande quantidade de doenças agudas e crônicas, como risco de problemas dentários (doença periodontal, cárie dentária e perda de dentes), diabetes mellitus tipo II, doenças cardiovasculares, baixa imunidade e doença neuromusculoesquelética”, explica a nutricionista Adriana Stavro. “Idosos com hipovitaminose D apresentam risco aumentado de quedas e fraturas, osteoporose, hiperparatireoidismo, função cognitiva prejudicada e depressão”, enfatiza a nutricionista.
Como saber se estou com falta de Vitamina D?
Segundo Adriana Stavro, vários estudos apontam para a sua importância não somente no metabolismo ósseo, mas para sua correlação com os demais órgãos e tecidos e suas implicações em doenças não ósseas. Esse é um fato relevante, visto que historicamente a indicação clássica do uso da vitamina D é para a prevenção de doenças ósseas como osteoporose, osteopenia, entre outras.
Esses estudos levam a crer que a vitamina D é uma das mais importantes para nosso corpo e participa ativamente no processo de reparo ósseo.
O tratamento da hipovitaminose D é, geralmente, feito com a suplementação adequada -- e só um médico ou nutricionista pode prescrevê-la com a dosagem correta. “Além disso, é indicado aumentar a sua exposição ao sol e comer mais alimentos fontes, como peixes, laticínios e ovos”, explica Adriana Stavro. Esse, aliás, é um importante ponto de atenção: o corpo humano costuma adquirir uma quantidade significativa de vitamina D por síntese cutânea sob a ação de luz solar, e em menor quantidade através de fontes nutricionais. Ou seja: priorize a exposição segura ao sol e complemente esse hábito com alguns alimentos ricos em vitamina D, como:
- Leite de vaca;
- Carne de porco;
- Bife de fígado;
- Bacalhau, cação;
- Gema de ovo.
Fonte: Adriana Stavro - Nutricionista Mestre pelo Centro Universitário São Camilo. Curso de formação em Medicina do Estilo de Vida pela Universidade de Harvard Medical School. Especialista em Doenças Crônicas não Transmissíveis (DCNT) pelo Hospital Israelita Albert Einstein. Pós-graduada em Nutrição Clínica Funcional pelo Instituto Valéria Pascoal (VP) Pós-graduada EM Fitoterapia pela Courses4U.
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