SAÚDE

Maio Verde: Mês de conscientização da Doença Celíaca

Um dos desafios de quem é celíaco é encontrar alimentos que não contenham nem ao menos traços de glúten

Maio Verde: Mês de conscientização da Doença Celíaca Mês de conscientização da Doença Celíaca
Crédito: BANCO DE IMAGENS

Um dos desafios de quem é celíaco é encontrar alimentos que não contenham nem ao menos traços de glúten, e a conscientização ajuda na criação de novos produtos  

 

Diarreia ou prisão de ventre crônicos, distensão abdominal, ocorrência de vômitos, desnutrição, anemia, falta de apetite, dor abdominal e até depressão e doenças neurológicas são alguns dos sintomas da doença celíaca.

 

De acordo com a Federação Nacional das Associações de Celíacos do Brasil (FENACELBRA), em torno de 2 milhões de pessoas são afetadas pela condição no país. Porém, apesar da consciência em torno dessa desordem sistêmica autoimune ter aumentado, a maioria dos celíacos ainda está sem diagnóstico.  

 

Maio verde  

Na intenção de conscientizar a população sobre a doença celíaca, foi criada a campanha Maio Verde. Quem convive com essa condição sabe que é preciso ir além do diagnóstico. Afinal, o glúten não pode fazer parte da vida de um celíaco - e nem ao menos os traços de glúten. Com mais gente entendendo o que é essa condição, a oferta de produtos seguros também cresce.  

 

O que é a doença celíaca  

Caracterizada pela intolerância permanente ao glúten, a condição celíaca é uma doença autoimune que afeta o intestino delgado. Por conta disso, interfere diretamente na absorção de nutrientes.  

 

A condição pode se manifestar em crianças e adultos, e cada caso pode ser diferente do outro porque os sintomas também variam de pessoa para pessoa. O diagnóstico é feito a partir de exames como o de sangue e a endoscopia.  

 

O tratamento é para vida toda: manter-se longe do glúten, que é uma proteína presente no trigo, aveia, centeio, cevada, malte e derivados.  

 

O diagnóstico é só o começo da busca por maior qualidade de vida. Campanhas como o Maio Verde mostram que, além do acompanhamento médico, é preciso cuidar da dieta e evitar a contaminação cruzada.  

 

Quanto mais pessoas conhecerem a condição, maior segurança e autonomia os celíacos poderão ter.  

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