Considerada uma doença silenciosa, a hipertensão não provoca sintomas na maioria dos casos, o que torna difícil sua identificação. Apesar desse aspecto, a doença necessita de tratamento, acompanhamento médico e controle, a fim de não se tornar a causa de quadros de arritmias cardíacas, acidente vascular cerebral, insuficiência cardíaca e infarto agudo do miocárdio.
De acordo com dados apresentados pela Sociedade Brasileira de Cardiologia, cerca de 30% da população brasileira é acometida pela, popular, pressão alta.
Sedentarismo, estresse psicológico (depressão e ansiedade) e erros de alimentação (excesso no consumo de alimentos calóricos, sal e gordura) são fatores de risco para hipertensão arterial. Um cenário que, nesta pandemia, se tornou frequente em diversos lares do Brasil e do mundo, e que, segundo os especialistas, requer atenção redobrada, com a adoção de hábitos mais saudáveis.
Outro fator da pandemia que pode aumentar os casos da doença está relacionado ao uso de corticoides em pacientes acometidos pela Covid-19, já que esses provocam retenção hidrosalina com consequente aumento da pressão.

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