SAÚDE

Procura por procedimentos faciais aumenta durante o inverno

Médico comenta as vantagens de realizar uma Rinoplastia nos meses de baixas temperaturas

Procura por procedimentos faciais aumenta durante o inverno Uma das principais indicações para a técnica é a insatisfação com o formato e tamanho do nariz
Crédito: BANCO DE IMAGENS
Todos os anos, com o início das estações mais frias , nota-se um maior interesse dos pacientes em realizar procedimentos faciais, entre eles, a rinosseptoplastia. A técnica, que pode ser feita por questões estéticas e melhorar a respiração, costuma ser realizada com mais frequência nesta época porque as baixas temperaturas fazem com que a região possa apresentar um menor inchaço e sangramento. Além disso, diminui a sensação de mal-estar no pós-operatório na hora de utilizar curativos e repousar. 
 
Uma das principais indicações para a técnica é a insatisfação com o formato e tamanho do nariz. "Além da parte estética, a rinosseptoplastia também é indicada para a correção do septo nasal e a turbinectomia, que é a retirada parcial dos cornetos nasais, que costuma aumentar na presença de alergias, como a rinite”, explica o médico o otorrinolaringologista da Clínica Dolci, em São Paulo e professor da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, Dr. Ricardo Landini Lutaif Dolci.

Apesar do aumento do interesse das pessoas nesta época do ano, o médico lembra sobre a importância de se optar por especialista no assunto, se informar se ele opera em hospital e até procurar pacientes que ele já operou para saber o grau de satisfação com o resultado e tratamento.

“Além dos exames que costumamos pedir para saber sobre o estado de saúde do paciente, neste momento também estamos incluindo o teste da Covid-19. Já para nós, especialistas, estamos seguindo protocolos rígidos de segurança, realizando o procedimento em hospitais em que não internam pacientes com coronavírus, assim minimizando os riscos”, finaliza Dolci. 

Fonte: Dr. Ricardo Landini Lutaif Dolci – Otorrinolaringologista - Professor Instrutor de Ensino do Departamento de Otorrinolaringologia da Santa Casa de São Paulo, Membro titular da Associação Brasileira de Otorrinolaringologista e Cirurgia Cérvico-Facial e da Comissão de Comunicação da Sociedade Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial. Doutorando pela Ohio State University (OSU/USA) e Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. Sócio da Clínica Dolci - Otorrinolaringologia e Cirurgia Estética Facial, em São Paulo. 

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