Marcada pela degeneração progressiva dos neurônios produtores do neurotransmissor dopamina, intimamente relacionados ao domínio sobre os movimentos do corpo, a doença, ainda sem causa conhecida, afeta os movimentos e a coordenação. Conforme o quadro clínico do paciente avança, ele fica impossibilitado de realizar atividades cotidianas, porém essenciais, como comer, tomar banho ou vestir-se sozinho.
Características
Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), a doença acomete 1% da população mundial com idade superior a 65 anos. No Brasil, estima-se que cerca de 200 mil pessoas sofram com o problema. Presente em pacientes com faixa etária a partir dos 55 anos, sua prevalência aumenta entre os 70 e 75 anos.
O neurologista Fernando Rezende explica como diagnosticar a doença. “O processo de destruição das células nervosas ocorre em várias partes do cérebro com sintomas como rigidez muscular e tremores involuntários. A doença pode ser detectada com o exame clínico do neurologista. O Pet-Scan cerebral pode ajudar na identificação”.
O médico salienta que a prevenção da doença está associada à prática de atividades físicas e alimentação equilibrada. De acordo com um estudo publicado no Movement Disorders, da Sociedade Internacional de Transtornos e Parkinson e Movimento, a dieta mediterrânea pode reduzir chances da doença.
Tratamentos
Embora a ciência, até o momento, não tenha encontrado a cura, avança na melhoria da qualidade de vida dos pacientes.

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