SAÚDE

Quais os metais que ajudam evitar a propagação do Coronavírus?

Entenda quais são os metais que podem ou não ajudar na propagação do vírus

Quais os metais que ajudam evitar a propagação do Coronavírus? os metais estão em diversos alimentos, em vários produtos de beleza e até em restaurações dentárias
Crédito: BANCO DE IMAGEM
Em meio a pandemia que tomou conta do mundo, o farmacêutico e homeopata Jamar Tejada da capital paulista, revela quais são os metais essenciais e os perigosos para deixar o organismo mais forte e evitar a propagação do coronavírus, já que a doença pode se instalar mais facilmente em pessoas que estão com o corpo intoxicado.
Eles são naturais e muitos deles são essenciais para o nosso organismo, mas também podem ser perigosos. É preciso usufruir com saúde de cada metal pesado e ao mesmo tempo se livrar dos excessos e alguns podem causar efeitos colaterais, fora os malefícios, claro que está a vulnerabilidade ao novo vírus. 
Eles estão em diversos alimentos, em vários produtos de beleza e até em restaurações dentárias, e mesmo que alguns contenham altos níveis de exposição é praticamente impossível identifica-los pelo cheiro, sabor ou cor. Jamar explica que todos os metais são considerados naturais porque são encontrados naturalmente no solo com gravidade de, pelo menos, cinco vezes a da água, mas alguns deles como zinco, ferro e manganês são importantes para o bom funcionamento do organismo. 
“Eles são responsáveis por tudo, desde a regulação do metabolismo humano à formação de glóbulos vermelhos, produção de energia e função hepática”, revela. Já outros como mercúrio, chumbo, arsênico podem causar danos nos nervos, dores, náuseas, vômitos, dores de cabeça, fadiga, disfunção da tireoide, insuficiência renal e até câncer. 
Para o farmacêutico, geralmente, é necessária uma exposição significativa para saber se há mesmo um envenenamento por metais pesados, mas já é sabido que a exposição crônica a esses metais em pessoas que possuem dieta inadequada, digestão lenta e estilos de vida inflamatórios e sedentários, pode levar ao acúmulo de níveis baixos a moderados de metais no organismo. “Esse excesso pode causar disfunção imunológica, desequilíbrio hormonal, fadiga, névoa cerebral e até pressão alta”. 
Então, como saber onde eles estão e como se proteger dos metais pesados e evitar qualquer intoxicação que possa ser um chamariz para a doença do momento? 

METAIS ESSENCIAIS:

ZINCO: A ingestão diária recomendada é de 15mg para adultos, mais de 100mg ao dia pode comprometer a imunidade, interferir na absorção de cobre, e levar à anemia. Boas fontes de zinco são as carnes de porco, aves, ovos, frutos do mar, queijos, feijões, nozes e amêndoas.

FERRO: É responsável pelo transporte de oxigênio no sangue por intermédio da hemoglobina existente nos glóbulos vermelhos, presente nas carnes vermelhas, especialmente o fígado, peito de frango, feijão, lentilha, vegetais verde-escuros, como couve, agrião, rúcula, espinafre, arroz, abóbora, vagem e uva passa.

MANGANÊS: É o metal necessário para o funcionamento normal do cérebro, sistema nervoso e muitos dos sistemas enzimáticos. Pode ser encontrado especialmente em sementes e cereais integrais, bem como em quantidades menores em legumes, leguminosas, oleaginosas, verduras e chá.

METAIS PERIGOSOS:

CHUMBO: Encontrado em tintas e nos produtos de beleza como tinturas capilares, creme dentais branqueadores, esmaltes e maquiagens. Podem causar dores abdominais, distúrbios na visão, paralisia nas mãos

MERCÚRIO: Presente em restaurações dentárias mais antigas, em certas vacinas que contenham mais de 50% de mercúrio e em peixes como atum, peixe-espada e garoupa contaminados. Pode causar perda da visão, debilitar as funções cerebrais e até causar coma.

ARSÊNICO: Presente no cigarro e nos inseticidas. Jamar revela que não há motivo para pânico, afinal os metais estão mesmo por toda parte, mas para ajudar a identificar se os efeitos de acúmulo dos metais estão presentes no organismo, alguns sintomas podem revelar. 
São eles: confusão, dormência, náusea e vomito, dor e cólicas abdominais, desmaio, diarreia, fadiga, dores de cabeça, sensações de formigamento e queimação, dores em articulações e músculos e prisão de ventre. No caso de qualquer um desses sintomas é indicada a desintoxicação por metais pesados, que pode ser feita de três maneiras:

Desintoxicando: Alimentos antioxidantes e fitonutrientes facilitam a metilação do corpo, um processo bioquímico essencial à desintoxicação e reparo.
Isso pode ser feito com uma dieta rica em fibras, com uma meta de pelo menos 30 a 50 gramas por dia de fontes vegetais verdes associadas à hidratação adequada para incentivar o intestino a trabalhar mais e melhor. 
Exemplos:  Salsa, coentro, hortelã, manjericão, sucos de vegetais verdes, chás de dente de leão, hibisco, cardo de leite, açafrão, gengibre e limão. 

Menos é mais: A redução do açúcar refinado, álcool, excesso de cafeína e de carnes, glúten, laticínios e soja podem ajudar no processo, e é necessário ainda aproveitar dos alimentos anti-inflamatórios, como frutas, vegetais orgânicos, proteínas de alta qualidade e gorduras saudáveis que ajudam a dar uma força aos órgãos de eliminação do corpo, incluindo intestino, fígado e rins.

Transpirando: A transpiração regular através da atividade física ou sessões semanais de sauna ou drenagem linfática são maneiras não tóxicas de gerenciar o estresse e a ansiedade.

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