O
urologista do Hospital Edmundo Vasconcelos, Fernando Almeida, tranquiliza sobre
o assunto e explica que é possível reverter o problema.
A
solução está no implante de um esfíncter artificial que substitui o do próprio
corpo que apresenta um mau funcionamento. Essa parte do organismo consiste em um
músculo em formato de anel, responsável por controlar a urina. Segundo o
médico, a incontinência urinária ocorre, pois o esfíncter está muito próximo da
próstata e, na cirurgia, pode ser prejudicado.
Almeida
ressalta que é comum o problema acometer entre 5% e 30% dos homens que passam
pela cirurgia, mas em diferentes graus. Desse montante, 5% apresentam maior
gravidade. "Para esses homens que desenvolveram a incontinência em estágio
mais grave é indicado o implante, que tem uma taxa de sucesso ótima, de 80%",
reforça.
A
alternativa não possui contra indicação e é fundamental para retomar a
qualidade de vida do paciente. "O hospital é referência nesse tipo de
tratamento, realizando-o há mais de 10 anos, portanto, é importante reforçar
que é possível reverter a sequela com algo relativamente simples e muito
eficaz", complementa o urologista.
A
Instituição, além de ser modelo na colocação do implante, possui um Centro
Especializado em doenças de disfunção miccional destinado tanto para homens
quanto para mulheres.

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