Com a chegada do inverno, a exposição aos raios solares diminui e, consequentemente, a produção de vitamina D no organismo também. Apesar de encontrada em alguns alimentos, como os peixes de água fria doce, o fígado, o bacalhau, a gema de ovo e o leite, a quantidade não é insuficiente, o que torna a exposição à radiação solar sua principal fonte.
A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) recomenda a combinação de diferentes medidas como estratégia mais correta de proteção contra os efeitos nocivos dos raios solares. A exposição ao sol, de forma intencional e desprotegida, é desaconselhada, mesmo quando usada como fonte para a produção de vitamina D ou para a prevenção de sua deficiência.
Nesse cenário, onde especialistas alertam sobre a exposição solar e as fontes para obter vitamina D são escassas, o consumo desse nutriente fundamental pode ficar cada vez mais restrito. “Baixos níveis de vitamina D podem trazer risco à saúde, por isso a importância de buscar o banho de sol e procurar suplementação, se for necessária”, explica a Dra. Marise Lazaretti Castro, chefe do setor de Doenças Metabólicas da Unifesp e membro da diretoria da SBEM (Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia).
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