Segundo pesquisa do Datafolha, realizada em parceria com a Eli Lilly, quanto mais velhos os homens, menores são as preocupações com sintomas decorrentes do avanço da idade.
A Andropausa, ou Hipogonadimo Masculino Tardio, é uma redução gradual dos níveis da testosterona, principal hormônio sexual masculino, que acompanha o envelhecimento do homem. “Essa condição pode reduzir significativamente a qualidade de vida do homem, muitas vezes com comprometimento das atividades profissionais e sociais”, comenta o Dr. Geraldo Faria, urologista e diretor do Instituto de Urologia e Nefrologia de Rio Claro – SP.
Os sintomas característicos desse distúrbio são falta de energia, dificuldades de ereção, diminuição do desejo sexual, alteração de humor, diminuição de massa magra, perda de pelos no corpo, distúrbios de sono e aumento de gordura abdominal.
A prevalência desta disfunção aumenta a partir da sexta década da vida, chegando a acometer de 10 a 30% dos homens até os 79 anos. Com a maior expectativa de vida da população brasileira, o problema tornou-se mais prevalente.
De acordo com a pesquisa, 52% dos brasileiros entre 40 e 49 anos demonstram ter alto nível de preocupação com a andropausa. Já entre os homens com mais de 60 anos, 47% se dizem pouco preocupados com essa deficiência, apesar de 27% reconhecerem em si mesmos de três a quatro sintomas.
Caso algum dos sintomas seja notado, é aconselhável que o homem procure um urologista ou endocrinologista para o diagnóstico, que pode ser feito por meio de um exame de sangue, tratamento adequado e acompanhamento.
Fonte: Instituto de Urologia e Nefrologia de Rio Claro – SP

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