ALIMENTAÇÃO & NUTRIÇÃO

A genética pode dar uma força extra no seu treino

O desempenho esportivo está associado a muitas características individuais, sobretudo, aquelas expressadas no DNA.

A genética pode dar uma força extra no seu treino “Contudo, é fundamental alertar que a predisposição por haver aptidão ou não a determinado tipo de exercício não é uma sentença final. Portanto, o tes
Crédito: Centro de Genomas®

O desempenho esportivo está associado a muitas características individuais, sobretudo, aquelas expressadas no DNA. Por isso, um novo exame do Centro de Genomas -, realizado por meio da saliva, pode ajudar a identificar se você tem mais aptidão a exercícios de força ou resistência e, por consequência, seguir um treino extremamente personalizado que irá melhorar o seu rendimento, os resultados e diminuir o risco de lesões. Até há pouco tempo, imaginava-se que o máximo da personalização em academias era traduzido na contratação de um personal trainer para tirar o melhor de cada um em treinos individualizados. Mas, a pesquisa científica foi além. Hoje, é possível saber, pela genética, a predisposição e habilidade para realizar determinados tipos de exercícios. É por esta razão, que o Centro de Genomas desenvolveu o exame que estuda os genes relacionados à prática de atividade física e composição corporal.

O gene é a unidade hereditária ou genética, situada no DNA, que determina as características de um indivíduo (altura, cor dos olhos, da pele etc) e onde também estão armazenadas, dentre várias informações, a predisposição a responder melhor a determinados exercícios, sejam eles de fitness (resistência) ou musculação (força). Com o Genogym Master, o aluno/paciente poderá, portanto, ter uma sequência de exercícios extremamente personalizada associada a uma alimentação adequada, melhorando o desempenho esportivo e a adaptação à nutrição. “Se um praticante de corrida de rua, por exemplo, realizar o teste e verificar que sua aptidão física é favorável para força, não quer dizer que ele terá que parar de correr. Com a orientação do seu treinador, ele pode dar mais atenção ao treino de força, trazendo benefícios na corrida, deixando-o mais preparado, sobretudo, para as competições com alto impacto, além de diminuir o risco de lesões. Logo, uma vez que os resultados e o rendimento começam a aparecer, o aluno/atleta é estimulado a buscar novas aspirações e superar os seus próprios limites”, Dra. Tatiana Fujii/Nuterigeneticista do Centro de Genomas. Exercício sob medida

Atualmente, vivemos a era da Medicina Molecular, também chamada de Medicina 4P, por ser baseada em 4 pilares importantes: Prevenção, Predição, Personalização e Participação, quer dizer, é uma das maiores vantagens da medicina moderna, pois trata individualmente cada paciente de acordo com a maneira com que o gene pode se expressar. Em termos práticos, o exame analisa 11 variações de genes, distribuídos em dois perfis: de composição corporal (7 variantes), associado à alimentação, e de aptidão física (4 variantes), associado ao desempenho esportivo. Portanto, o exame visa oferecer ao prescritor mais uma ferramenta para auxílio em sua conduta, saindo da “tentativa e erro”, e facilitando para o melhor direcionamento, especificação, personalização do tratamento e condicionamento físico. “Contudo, é fundamental alertar que a predisposição por haver aptidão ou não a determinado tipo de exercício não é uma sentença final. Portanto, o teste genético é preditivo e não diagnóstico. O laudo é de fácil interpretação, porém, requer que um profissional qualificado e habilitado acompanhe seu aluno ou paciente”, conclui a Dra. Tatiana Fujii/Nuterigeneticista do Centro de Genomas.

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