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28 de de 2017

Amamentação muito além do alimento

Maternidade Pro Matre Paulista destaca apoio familiar à futura mamãe e ao feto durante o período gestacional, como ferramenta inclusiva e de acolhimento

Amamentação muito além do alimento

Durante a gestação a mulher passa por grandes transformações hormonais, que alteram também as suas relações.

Mais do que uma prática saudável e que proporciona diversos benefícios aos bebês e mães, a amamentação tem um papel muito importante na relação social da família. Como agosto é o mês da conscientização do aleitamento materno, a Maternidade Pro Matre Paulista não poderia deixar de ressaltar que durante todo o período gestacional é fundamental que a mulher passe por um acolhimento familiar e social, que resulta, também, na ampliação dos laços afetivos entre os entes.

Mas nem sempre essa relação mais afetiva no período gestacional foi incentivada na sociedade. No século passado, a gravidez era considerada uma responsabilidade única da mãe e de outras mulheres da família – não era raro em clínicas obstétricas mamães acompanhadas das avós ou tias dos bebês, mas sem os pais. Fruto das constantes mudanças sociais, os relacionamentos afetivos acompanharam um ritmo evolutivo e, graças a isso, hoje os novos modelos familiares mudaram o papel do homem durante a gestação de sua companheira. 

Os casais passaram a se sentir mais confortáveis em serem parceiros nas consultas. Já é comum em clínicas obstétricas cursos de pais e mulheres acompanhadas por seus companheiros nas consultas e durante os exames. Nesses cursos, existem, inclusive, aulas específicas para pais. Em paralelo, o homem começa a reconhecer que tem também sua responsabilidade afetiva em relação à gravidez, à sua cria e ao núcleo familiar que ali está se formando. 

Na década de 90, a Maternidade Pro Matre Paulista foi pioneira no processo de inclusão de pais ou familiares em todo o processo gestacional, justamente por perceber a importância desse acolhimento à mamãe e ao bebê. Os acompanhantes começaram a ser bem-vindos em consultas e a estarem presentes durante o parto. “Somos disruptivos desde sempre. Se faz bem ao bebê e ao núcleo familiar, por que não incorporar como processo? Esse é o papel da Maternidade, observar e incluir os familiares num ciclo para encorajar a futura mamãe, unir e fortalecer os laços da família”, afirma o doutor Alberto D’Áuria, obstetra na Maternidade Pro Matre Paulista. Além disse, ainda segundo doutor D’Áuria, “na década de 70, a cada 10 gestantes, apenas uma ia acompanhada com o parceiro. Hoje, esse número já subiu para 8 parceiros que participam ativamente do pré-natal”. 

Outro fator que influenciou no pioneirismo da Pro Matre, foi a verificação de que durante a gestação a mulher passa por grandes transformações hormonais, que alteram também as suas relações. Trata-se de um rito de passagem na vida de quem tem contato com a gravidez. “Morre uma mulher e nasce uma mãe; morre um homem e nasce um pai; e assim por diante”, comenta doutor D’Áuria. “O sentimento de responsabilidade começa a florescer na família”, completa. Ainda de acordo com o obstetra, na visita à maternidade, local que será o ninho do bebê, 95% das mulheres vão acompanhadas dos parceiros. 

Com apoio durante todo o processo da gestação, a mulher vai estar mais confiante para amamentar e estreitar o vínculo com o filho. Por mais que às vezes possa ser um procedimento difícil e fisicamente trabalhoso, o fator sentimental da amamentação é algo que vence todas as dificuldades. Além de todos os preparos físicos, o emocional também deve ser trabalhado por toda a família. Por isso, fica a dica: Amamentar é mais que alimentar, é proteger, cuidar e acalentar.

 

Fonte: Maternidade Pro Matre Paulista

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